Por uma estrada, um dia, uma criança Muito loira e risonha, nela andava.
Seu coração, tão cheio de bonança,
O pequenino peito palpitava.
Em uma das mãozinhas segurava um arco de ouro,
E noutra ela trazia
Setas douradas, com que costumava ferir os corações, que sempre via.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
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